Como conheci essa tal de internet

Há uma quantidade imensa de informação sobre o começo da internet. Que ela iniciou durante a guerra fria no final da década de 1960, que ela se chamava ARPANET e blá blá blá…

Não vou ficar gastando tempo para contar como ela surgiu. É só consultar a própria internet! Hehehe…

Ao invés disso, vou contar a minha história de como tive o primeiro contato com essa tal rede mundial de computadores antes mesmo de ela surgir para valer aqui no Brasil. Lembro-me que recebi um convite pelo correio (ainda não existia email!) para uma apresentação através da universidade pela qual me graduei. Não me recordo o número exato de presentes, mas não devia ter mais de 10 pessoas ouvindo os palestrantes. Lembro-me também que o conteúdo foi mais técnico. Por isso, confesso que naquele momento não tive total clareza da dimensão sobre o tema, mas saí de lá com um sentimento muito promissor das novas possibilidades que poderiam surgir dali em diante. Não fazia a menor ideia do que ela iria se tornar! Só para constar: isso aconteceu em 1995, há um pouco mais de 20 anos atrás! De lá pra cá, quanta evolução!

Depois que a internet desembarcou por aqui em definitivo, quem não se lembra de quando a conexão era realizada de forma discada através de modem? Mas para quem quiser conhecer como era, aí vai um vídeo:

 

 

Isso mesmo! Você tinha que literalmente discar para a sua provedora para poder ter acesso ao www! Para se ter uma ideia de como era lento, se comparado aos padrões atuais, carregar uma página levava uma eternidade! Baixar uma quantidade boa de fotos exigia muita paciência! Músicas e filmes, então, nem pensar! Você já ficava muito feliz quando a rede era estável o suficiente para ver o que era lhe interessava e não ficar na mão!

Ficar conectado o dia todo, muito comum hoje em dia, era raridade, pois ficava muito caro! No início dava para compartilhar a mesma linha telefônica, mas com o passar do tempo tive que comprar uma outra exclusiva, pois não dava para conversar com outra pessoa se você estivesse conectado! E outra: para economizar no valor da conta, navegar aos fins de semana e de madrugada era mandatório! (Quantas noites passei em claro! kkkk)

Para ver que não estava sozinho nessa, assista ao relato desse cara! Era por aí mesmo!

 

 

A conexão de dados melhorou para valer quando inventaram a chamada tecnologia ADSL ou banda larga. Foi uma quebra de paradigma na época porque, até então, ninguém achava que era possível trafegar informações de alta velocidade por meio de fios das linhas telefônicas comuns. Sem contar que o valor pago pelo serviço era muito mais acessível.

Obviamente a evolução da internet tem a ver com a evolução da eletrônica e por conseguinte dos equipamentos conectados a ela. Quem poderia imaginar, 20 anos atrás, que um simples celular seria capaz de reproduzir vídeos tão melhores que os computadores e tudo online?

Garanto que o meu primeiro celular era gigantesco perto dos modelos atuais e tinha muito menos recursos, mas muito menos mesmo! Era basicamente para fazer ligações! Os recursos foram sendo acrescentados aos poucos com a entrada das novas gerações. Mas o que mudou mesmo foi a entrada dos smartphones no mercado.

Essas “coisinhas” revolucionaram a forma de como nos interagimos e nos comunicamos. O enorme sucesso por sua massificação está no uso dos seus aplicativos. Eles, mais que o conjunto do hardware, ditam as tendências das startups de tecnologia da informação atualmente. Basta prestar atenção nos vários casos de empresas que começaram praticamente do zero e dominam este mercado: Facebook, Twitter, Skype, Whatsapp, Uber, Waze, iFood, Trivago, Netflix e muitos outros exemplos.

Minha opinião sobre o e-commerce no Brasil

Com a popularização da internet no Brasil principalmente na última década, o comércio eletrônico vem ganhando cada vez mais notoriedade entre as pessoas. Há várias lojas virtuais espalhadas pela web oferecendo de tudo, desde celulares, passando por computadores até TVs de tela grande. Para aqueles que necessitam de produtos não tão tecnológicos assim podem achar com igual facilidade brinquedos, roupas, calçados, artigos esportivos, bicicletas, eletrodomésticos em geral, como: liquidificadores, espremedores de frutas, batedeiras, fogões, geladeiras, máquinas de lavar, secadores de cabelo, chapinhas, fritadeiras etc. A lista é bem extensa.

 

Bela jovem comprando na internet

 

Seja qual for a sua preferência, as empresas já entenderam que esta tendência de mercado veio para ficar e estão muito atentas ao aumento da demanda. Assim elas não pouparam investimentos e esforços para que grandes portais de consumo online surgissem: Americanas, Submarino, Walmart, Saraiva, Extra, Carrefour, Casas Bahia, Ricardo Eletro, Magazine Luiza, Fast Shop, Polishop, Dafiti, Netshoes, Centauro, dentre muitos outros.

Da mesma forma que os grandes portais de e-commerce evoluíram, os meios digitais de pagamento também tiveram que seguir o mesmo ritmo com o objetivo de atender às crescentes expectativas dos milhões de pessoas que passaram a usar a internet como meio de compra e venda de produtos e serviços. Assim, quanto maior o nível de sentimento de segurança das pessoas ao usar os sistemas online, maior também o número de transações.

De olho neste mercado, o banco Itaú lançou recentemente o cartão de crédito virtual cujo número é válido uma única vez. Isso incentiva aqueles usuários mais desconfiados a fazerem a sua primeira compra na internet.

Aliás, um comércio via web que passa despercebido pelos grandes portais, mas que mesmo assim ainda movimenta milhões de reais por ano é o mercado de semijoias e bijuterias. Por falar nelas, comprar bijuterias no atacado por intermédio de sites de empresas do ramo é perfeitamente factível e seguro. Assim como iniciar a revenda de bijuterias para amigos e familiares, podendo até se expandir a um e-commerce ou uma loja física.

Se você consultar o Sebrae, entidade privada que apoia as micro e pequenas empresas, você encontrará um artigo sobre as principais feiras do setor dentre elas:

Feninjer – Feira Nacional da Indústria de Joias, Relógios e Afins realizada em São Paulo.

Bijoias – Feira Internacional de Bijuterias, Acessórios, Joias de Prata e de Aço, Folheados e Semijoias. Local: São Paulo.

Ajorsul Fair Mercoóptica – Feira Nacional promovida pela Associação do Comércio de Joias, Relógios e Óptica do Rio Grande do Sul (Ajorsul). Estão também presentes expositores de prata e folheados. Acontece na cidade de Gramado (RS).

Fiba – Feira Internacional de Bijuterias e Acessórios. Sediada no município do Rio de Janeiro.

Ajoresp Brasil Show – Feria Nacional de Joias e Relógios promovida pela Associação dos Joalheiros e Relojoeiros do Noroeste Paulista. O evento acontece em Campinas (SP).